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Distrito Sala
Detalhe Evento
O Lago dos Cisnes

O Lago dos Cisnes

Teatro & Arte | Bailado

T. M. Joaquim Benite

Sala Principal
Classificação Etária
Maiores de 6 anos
Bilhete Pago
Todas as Idades
2017
dez
29
a
2017
dez
30
Realizado

Duração

140 minutos

Intervalo

Com Intervalo.

Promotor

Teatro Municipal Joaquim Benite

Breve Introdução

Depois de Pedro e Inês (2015), uma criação contemporânea assinada por Olga Roriz, e de La Bayadère (2016), uma reconstrução da coreografia oitocentista de Marius Petipa, a Companhia Nacional de Bailado (CNB) regressa ao TMJB pelo terceiro ano consecutivo. Desta vez, traz-nos um clássico da história da dança: O lago dos cisnes, numa versão coreografada por Fernando Duarte com filme de Edgar Pêra e música de Tchaikovski. Estreada em Fevereiro de 2013, a peça é agora reposta, encerrando o ano em que a companhia assinala o seu 40.º aniversário.

Ficha Artística

Companhia Nacional de Bailado

Coreografia de Fernando Duarte
Música de Piotr Ilich Tchaikovski

Filme: Edgar Pêra
Figurinos: José António Tenente
Desenho de luz: Nuno Meira

Notas Suplementares

O Lago dos Cisnes é o grande clássico da história da dança. As sucessivas reposições nas companhias de repertório são quase um ato purificador, idêntico àquele que levará alguns de nós, por exemplo, a regressar sempre a Bach.

Precisaremos assim tanto deste abandono aos velhos mitos e lendas, destas insistentes releituras contemporâneas, desta nova e ousada lógica teatral? Claro que sim, uma vez que dela depende absolutamente a sobrevivência do repertório clássico, cuja linguagem técnica deixa escassa margem a reinterpretações mais criativas, menos tradicionais. A dança clássica, alicerçada em regras rígidas e premeditadas, faz com que os seus intérpretes disponham apenas da pantomima e da técnica para encarnarem personagens psicologicamente quase unidimensionais. Ela só continuará a ser popular se trouxer até nós cisnes que nos sobrevoem, abençoando-nos como o fizeram quando Apolo nasceu, príncipes que nos alertem dos medos e nos convoquem o sonho, barões maléficos que nos desencantem dos nossos sortilégios. Mas, acima de tudo, que todos eles falem de nós e que connosco também dancem.

Rui Esteves, 2013

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